sábado, 30 de junho de 2012

Umas coisinhas que os papás encomendaram ;)

Adorámos estas coisinhas da Vertbaudet e por isso já estão a caminho de casa :)





(Estava esgotado)


Damos gatinhas!

Vou aproveitar o cantinho da minha menina para dar a conhecer duas gatinhas que temos para dar. Têm um mês e 1 semana e são filhas da nossa única gata não castrada*. Uma é toda pretinha e outra cinza escura (antracite). Já comem ração para gatinhos e fazem as suas necessidades na areia. São muito brincalhonas e fofas!

A deslocação até Lisboa caso seja necessário não está fora de questão pelo que se alguém quiser estão prontíssimas! 

Quero apenas frisar que um animal não é um brinquedo e que a decisão de ter um membro destes na família deve ser bem ponderada entre todos.

Deixo fotos de ambas:

(A cinza)

(A preta)



* Não está castrada porque o meu marido tem medo que ela morra por alguma complicação na operação. A veterinária já lhe disse que era um medo infundado mas ele continua com receio que aconteça algo à gata. Depois desta gravidez e assim que conseguir arranjar donos para as gatinhas a mãe "vai à faca" dê por onde der... 

sexta-feira, 29 de junho de 2012

19 semanas e 2 dias de amor por ti ❤


Filhota estamos quase, quase, quase a meio desta nossa etapa!

Quando dizem que o tempo voa é bem verdade e ainda parece que foi há 3/4 dias que estava a fazer o teste e já aí andas tu, na minha barriga, a fazer a tua própria festa!

Finalmente o papá sentiu-te pela primeira vez e foi num momento muito engraçado. Estávamos a assistir ao jogo do Europeu Portugal vs Espanha quando começaste a dar pequeninos pontapés. Coloquei a mão do papá na barriga e tu paravas. Uma, duas, três vezes... O papá, sempre brincalhão, disse-te pelo umbigo que lhe desses um pontapé caso a Espanha ganhasse - esperando ele que ficasses sossegadinha. Enganou-se pois chutaste a minha barriga com toda a força na direcção da mão do pai. Rimos muito e mais ainda pois acertaste em cheio: Portugal foi derrotado!




Tenho tido algumas dores abdominais estes dias mas penso que com o fim de semana e descanso talvez consigam atenuar. Mas são dores de amor que sinto (sentimos) por ti. 

Falta praticamente um mês para irmos de férias. As tão merecidas férias, com praia, calor e muito descanso! E sinto-me tão bem grávida que nem me preocupo com aquela gordurinha aqui ou ali. Acho que vamos fazer furor este verão porque estamos lindas! É o verão da minha vida com o papá e tu aqui dentro do "bungalow" :)

Na quarta fomos ao médico de família e está tudo bem com a mamã. O Doutor recomendou muita água e não sair nas horas de mais calor porque a tensão da mãe baixa muito (hipotensão arterial) e posso desmaiar se não tiver alguns cuidados. Disse que eu era uma mamã muito organizada por ter uma pasta, com tudo que diga respeito à gravidez, por data e assunto. Disse também que estamos bem quanto ao peso que ganhei e posso continuar assim.

Hoje chegou a tua caminha e eu estou ansiosa para a ver montada mas quero esperar até mais tarde e claro ainda falta pintar o quarto (o pai continua com preguiça ih ih ih).




Continua a dar saltinhos na minha barriga, filha, pois sabe ao melhor da vida!







quarta-feira, 27 de junho de 2012

...Ui!

(Imagem da web)


A mamã sofre deste mal desde que está grávida de ti mas é porque lhe apetece enfiar numa toca até nasceres e depois de te aninhar durante tempo suficiente para criares defesas, irmos saindo aos poucos...





segunda-feira, 25 de junho de 2012

Praia... Oh praia!

                        (Imagem da Web)



A mamã tem tantas mas tantas, tantas, tantas saudades de praia...

domingo, 24 de junho de 2012

Passear a barriga sabe bem mas o calor...

Hoje fomos novamente passear até outra parte do Alqueva...

E a mamã sentia-se tão pesada e cheia de calor...









 


sexta-feira, 22 de junho de 2012

Antes e depois (cadeira de embalar)

A cadeira que comprámos para te dar maminha e adormecer não estava ao nosso gosto quanto à cor dos pés por isso os papás puseram mãos à obra e o resultado é este:


            (Antes)


          
           (Depois)



             Agora sim fica bem em qualquer divisão aqui de casa ;)






...Trabalho... Oh trabalho...

As mini-férias acabaram ontem e hoje regressei ao trabalho com uma força incrível. Porém, mal vi o aglomerado de folhas para arquivar toda esta força veio parar aos pés, pelo que passei o dia a dar no "sapateado" tal a camada de nervos!


(Imagem da web)


Felizmente que - e tirando a discussão do chefe com o patrão - o dia foi ENORMEEEE, ligaram poucos clientes e fornecedores e consegui acabá-lo com tudo arrumadinho conforme a mamã gosta! Sim que se há coisa que detesto é vir para casa com trabalho pendente. Assim venho descansada! Não sem pensar como será quando for altura de te ter... Conto trabalhar até ao fim do tempo de gravidez para aliviar a carga mas se não for possível como será...?

Este fim de semana espero que o papá se resolva a começar a pintar a casa e assim preparar o quarto para arrumar as tuas coisinhas para depois passarmos para a sala, cozinha e restantes divisões! Mas o papá anda tão cansadinho (preguiçoso...)!



(Imagem da web)




quarta-feira, 20 de junho de 2012

A minha infância...

Filha, como já te tinha contado vivi algum tempo da minha vida na cidade mas nem sempre assim foi e posso dizer-te que tive a melhor infância que uma criança pode desejar.

Quando nasci acharam por bem que eu deveria ir para um infantário mas parece que a adaptação não correu muito bem e não sei se era de mim e do meu espírito que sempre ansiou por liberdade mas era certo que estava sempre doente. Assim a tua bisavó N. e o bisavô A. decidiram que tomariam conta de mim.

Cresci na "quinta" como lhe chamamos. A quinta é um bocado grande de terreno (25000m2 em que 5000 pertencem agora à bisavó N. depois do bisavô A. ter falecido). Lá temos muitas árvores de fruto entre elas nogueiras, figueiras, nespereiras, macieiras, pereiras, damasqueiros, pessegueiros, agora conseguimos ter também cerejeiras, e imagina tu, bananeiras!!! Também temos alguns pés de vinha mas já não se faz vinho, apenas comemos as uvas. Temos um pinheiro grande à entrada no jardim que enfeitávamos no Natal mas que agora é tão alto... Mas quando queremos pinhões vamos até à estrada - onde passam 3 ou 4 carros por dia - e podemos apanhar os que queremos e parti-los à sombra dos pinheiros.

Temos uma vasta horta com muita coisa. Desde couves, alfaces a pequeninos tomates cereja que se comem logo na hora pois não têm quaisquer produtos nocivos. Tudo cresce mediante aquilo que a própria terra dá e deixa crescer. 

Temos imensos bichos mas já tivemos bem mais. Porém os que temos são muito engraçados! Há cães claro, sempre houve, gatos, galinhas, patos bravos e mansos, perdizes e cabrinhas anãs! Há muitos anos criámos porcos, ovelhas, coelhos e rolas. E todos eles fizeram parte da minha infância e crescimento. Cada cão, gato tem a sua história e nome e desde que me lembro de ser gente que sei os nomes de todos os que tive. Lembro-me da emoção que era passar horas a ver as cadelas a parir ou as gatas. Ver os bebés crescerem de dia para dia e brincar imenso com todos eles. Nenhuma cadela ou gata foi agressiva connosco por lhe mexermos nos bebés, aliás aproveitavam e iam comer, cheirar aqui ou ali, descansar. Lembro-me de encostar os ouvidos aos ovos e ouvir os biquinhos dos patinhos ou pintaínhos picar nas cascas para sairem. Se ouvirmos com atenção eles piam ainda dentro do ovo. A bisavó N. por vezes ajudava-os partindo um pouquinho a casca, muito pouco e passadas poucas horas já eles andavam cá fora, farfalhudos, amarelinhos ou pretinhos atrás da mamã galinha. Emoção também era agarrar nos borreguinhos e acariciá-los. Por vezes eles mamavam nos nossos dedinhos pensando que eram tetinhas como as das mães e eu ria-me porque eles fazem imensa força, dão pequeninas marradas e abanam as caudinhas enquanto mamam. É formidável!

Quando fui para a escola até me enturmei bem, era uma boa aluna, nada aplicada e muito cabeça no ar, mas boa aluna. Mas sempre achando que as crianças da minha idade eram mais dificeis de lidar que os bichos com que brincava. Daí que quando era convidada para festas de aniversário ou para ir a casa de alguma coleguinha brincar recusasse quase sempre e preferisse ir para a quinta. Hoje faço uma retrospectiva e acho que era um bocadinho bicho do mato.

Aos sábados ia vender para a praça com os teus bisavós. Vendíamos frutas e legumes e o que se fazia nesse dia era para comprar peixe, carne e outras coisas precisas. Quase que uma troca. E eu adorava, no fim do dia, receber 100$00 (equivalente a € 0.50) para comprar uma torta de chocolate ou batatas fritas! Sobrava sempre dinheiro desse que me davam.

Tudo servia para brincar e a melhor recordação que tenho é de um dia ter chegado e a minha avó ter aproveitado um quarto da casa só para mim, enchê-lo com os meus brinquedos todos arrumados e expostos no meio do chão sobre uma manta, de ter aproveitado um armário pequeno da casa da banho e com ele fazer uma casinha para os bonecos com rés-do-chão e primeiro andar. Lembro-me de me sentar cedinho no quarto a brincar e ouvir a música do anúncio da sapataria Charles (Für Elise do Beethoven) que tocava no rádio da minha avó enquanto ela fazia torradas e leite com café. 

Lembro-me de subir árvores, de correr mais que os cães e adorar comer pêssegos ainda verdes! Apanhar maçãs caídas no chão e partilhá-las com as ovelhas. De ter um carrinho a pedais, subir e descer a quinta nele. Andar um dia inteiro nisto, descalça, por vezes apenas em cuecas, sem me cansar. Tomar banho no tanque da roupa e pescar peixes imaginários na represa. No outono, nas primeiras chuvas, percorrer a estrada e apanhar minúsculos sapinhos que no fim do dia soltava. Ir à lenha para acender o forno e fazermos pão ou bolos caseiros. Pastarmos as ovelhas e haver sempre uma aventura. A bisavó N. mascarava-se e a mim e íamos assim mesmo que não fosse Carnaval. Nunca me disse não faças isto ou aquilo. Nunca me proibiu de fazer o que fosse e raramente me ralhava. Certo que eu era muito travessa mas penso que sempre soube que a vida tinha de ter regras e não as transpunha. Havia uma regra crucial na quinta: não mexer nas armas que estavam atrás da porta. E desde tenra idade soube que era algo para se cumprir. Nunca tive curiosidade de lhes mexer - apesar de estarem sempre descarregadas e com patilhas de segurança - sabia que ali estavam e que eram perigosas. Tinha até uma de brincar e essa chegava-me. Penso que por me explicarem sempre tudo sobre tudo a curiosidade não era nenhuma. Faziam parte porque o bisavô era caçador, eu sabia para que serviam e aquilo bastava-me. 

Mas fiz muitas asneiras também! Percorria a muralha do poço tipo equilibrista, percorria o parapeito sem vedação do escarpado da vacaria de um vizinho que num pé mal posto poderia passar a uma queda de 15 metros que finalizava num lago com a mesma profundidade, metia-me com os cães grandes que guardavam as outras quintas atirando-lhes fruta podre pois eram maus e mordiam os meus, empoleirava-me no tractor - certa vez até parti a cabeça - ficava presa por um pé ou pelas calças nas árvores horas seguidas até que davam pela minha falta... Coisas assim que correram sempre bem (felizmente!). Só ia correndo uma vez mal porque me ia afogando numa piscina de um vizinho. Eu e a tia P. fomos às escondidas para a piscina e enquanto a tia estava na dos grandes eu fiquei na dos pequeninos. Sei que me desequilibrei, cai para trás e só me lembro de ver água por cima da minha cabeça. Nada mais apenas muita paz e leveza... No fim de toda essa tranquilidade dou comigo a levar uma palmada da tia P. e a ser arrastada para as escadas de castigo. 

Uma vez o bisavô A. fez-me um baloiço já que eu queria um à força e com isso tinha partido a cabeça por ter arranjado um de improviso. Quase que voava!!!!!! Era mágico!!! Um dia queria um cavalo amarelo como o do Dartacão - uns desenhos animados - mas como ter um cavalo de verdade era dispendioso o avô J.F. fez-me um em que a cabeça era um molde de cabeça de cavalo em madeira preso a uma cana ou cabo de vassoura, pintou-o de amarelo e assim eu tinha o meu Rofty. Punha uma toalha atada ao pescoço, uma espada que era uma pequena caninha e assim era o Dartacão. Mas o Rofty não durou muito porque caí com ele e aleijei-me sériamente! Porém o Rofty teve outros substitutos porque o bisavô A. acabava por ceder sem o avô J.F. saber e fazía-me outros cavalinhos.

O bisavô também me deixava fazer praticamente tudo. Dava-me tacos de madeira que sobravam dos galinheiros que ele construia e eu podia pregá-los com pregos e martelos de verdade. Deve ser por isso que hoje sei pregar quadros e aparafusar o que quer que seja. Nunca me aleijei com isso... Acho que ele sabia que eu deveria aprender certas coisas para o futuro! O avô J.F. também me deixava ver os trabalhos de mecânica que fazia ao sábado à tarde nos carros e hoje também sei algumas coisas dessas aulas!

Do bisavô tenho imensas memórias e apesar de ele ter partido tinha eu 15 anos acho que vivi coisas fantásticas com ele. Hoje acho que ele era um bocado mal compreendido e não de feitio ruim como pensavam que ele tinha. É das pessoas que mais irei falar-te, Eva, pois temos histórias magníficas dele. Algumas surreais! Sei que foi o melhor avô que poderia ser e muito meu amigo. Tenho duas recordações fortes dele, uma delas em que era verão e estávamos deitados numa manta na rua à fresca a ver os aviões a passar no céu no lusco-fusco (ele viajou muito e adorava aviões) enquanto a minha avó estava fazer o jantar. Sei que eu tinha imensa sede e ele foi buscar água fresca ao poço. Foi a água que mais me saciou na vida! Depois voltou a deitar-se e disse-me enquanto apontava para o céu: "Vês aquele avião? É pilotado por uma mulher!" E eu: "Avô, como sabes se ele vai tão alto?", "Simples, vai aos zigue-zagues..." (o avião ia a mudar a rota). Uma vez, estávamos na horta, e de repente começou a escurecer nos quatro pontos cardeais. Sei que não tive medo mas o meu avô mandou-me ir para casa e dizer à minha avó para fechar tudo e levar alguns animais para casa. Nós nunca tínhamos animais em casa e por isso achei estranho mas fiz o que ele mandou. Quinze minutos depois começou a chover e a trovejar de forma muito violenta. Tínhamos duas portas em casa, uma nas traseiras e outra em frente que tiveram de ser abertas para a água que entrasse por um lado pudesse sair pelo outro na frente. O riacho que passava em frente ao portão da quinta tornou-se numa grande ribeira que galgava a pequena ponte de pedra pela qual se entra na quinta. Estávamos mesmo no meio da trovoada. Trouxe alguns danos e as estradas cairam para a ribeira. Durante semanas tivemos que ir à vila a pé.

Se por um lado era destemida, por outro com pessoas que não conhecia era muito medricas. Tinha medo do carteiro porque ele me disse uma vez que se não me portasse bem que me punha na mala das cartas e me levava com ele - ainda hoje quando vejo o simbolo dos CTT dá-me um frio na barriga e tenho tendência a não abrir a porta a nenhum sendo que prefiro que me deixem o aviso e vou levantar a encomenda depois. Por isso é normal que tenha criado esconderijos quando ouvia o carteiro chegar ou alguém que não conhecia entrava ao portão da quinta. O mais prático era atrás do sofá. Era tão magra que cabia perfeitamente atrás dele. Outro era num cesto da roupa que a minha avó tinha na dispensa. Mas o preferido era dentro de um frigorifico que estava avariado e na rua à espera que a carrinha da sucata passasse para o levar. Como estava avariado abria e fechava sem dificuldade e ninguém me ia procurar logo ali! Tanto que tinha um primo na França que nunca o tinha visto e certo dia fez-nos uma visita. O nosso primo sempre teve um aspecto estranho e quando o vi corri a esconder-me... Demorei a sair de lá. A bisavó N. teve de me garantir que era de confiança!

Acho que foram os melhores anos da minha infância e quando tive de passar para o 5.º ano com um horário muito preenchido de aulas, os meus tempos de glória foram diminuindo. Comecei a interessar-me mais pelas conversas de raparigas e a olhar para os rapazes. Passava menos tempo na quinta e mais tempo em casa a agarrada à televisão e a programas que as minhas amigas viam. Para trás ficaram os trabalhos simples da primária, como fantoches que a minha avó me fazia para eu levar para a escola, desenhos que eu fazia e ela pintava, caracóis que puxavam uma caixinha de fósforos vazia como que uma carroça que davam lugar a contas, textos e ideias no quais os meus avós não me podiam ajudar.

Quando o bisavô A. faleceu, depois de 5 meses acamado devido a um AVC, a quinta deixou de ser para mim o que era. O encanto deixou de existir e nada ali fazia sentido. A única coisa que me prendia era a bisavó N. e o facto de ter sido ali onde me construi enquanto pessoa de valores e ideais. 

Um dia será tua, farei os possíveis para que assim seja. Queria que vivesses o que vivi, que crescesses da mesma forma com os avós que eu tive mas os tempos são outros, filha, os tempos mudaram e os avós já não têm tempo ou vontade. O mundo é apressado e as tardes de verão das férias resumem-se a programas de televisão com sorteios duvidosos, a horas que se transformaram em minutos que se transformaram em segundos. Já não sabemos escolher fruta e lavamo-la sempre antes de comer. Já torcemos o nariz quando olhamos para o tanque de lavar a roupa onde outrora bebíamos pirolitos. Andar descalços dói e pisar uva para fazer vinho faz mal à pele que nos cobre as pernas.

Oh Eva como eu queria que tudo fosse diferente, filha... Que te pudesse criar da mesma forma simples e por vezes tão prática... Que o mundo se abrisse para ti cheio de cores. Que corresses atrás de borboletas e gafanhotos. Que os teus cães fossem os teus melhores companheiros e partilhasses o teu lanche com os gatos. Pudesses subir às árvores e apanhar fruta quando tivesses um ratinho na barriga. Tudo tão mais fácil. Tudo tão perfeito. Tudo tão genuíno!



Um dia colocarei fotos minhas em pequenina :)



De salientar que somos de origens humildes e que tudo o que temos mesmo que pouco foi conquistado à base de muito trabalho. Todo o terreno que compõe a quinta foi comprado pelos teus trisavós paternos que posteriormente dividiram pelos seus 6 filhos (todos eles homens). Eram tempos dificeis e trabalharam sempre muito para terem o mínimo para viver tanto que o teu bisavô A. começou a trabalhar em tenra idade a guardar perus e a tua bisavó N. foi logo cedo viver e tomar conta da sua avó (tua tetravó) que era cega pelo que tinha que fazer tudo em casa para a ajudar.

Nada na vida se faz sem trabalho e esforço, filha... Nada!









18 semanas!









Cada vez mais feliz, orgulhosa e vaidosa de saber que te vamos ter :)

És uma menina muito desejada e amada!








segunda-feira, 18 de junho de 2012

Mais um miminho!!!

Afinal tiveste mais uma prendinha no fim do dia, sortuda!

A "tia" C. veio visitar os papás pois há muito que já não nos víamos e trouxe-te este adorável presente!




Esta mantinha cor-de-rosa do Winnie The Pooh que irá acompanhar o teu Heffalump na hora do oh-oh!!!

A Eva é uma menina felizarda com tantos miminhos!!!

Obrigada, amiga pela tua visita!




Clip Clap e as tuas chuchinhas!

Outra prendinha dos papás :)






Que se irá juntar à que já tens, um pouco diferente:


(Imagem da Chicco)


E às tuas chuchinhas que já ali estão escondidinhas:




(Imagens da web)



Se fores como a mamã, com vergonha, lá levarás escondida a chucha para a escola primária. Se fores mamona sairás ao papá que mamou nas maminhas da Avó R. até aos 4 aninhos!




Primeira aula de condução!

Hoje foi a primeira aula de condução da mamã!

A mamã já tinha umas luzes porque o avô J.F. há uns anos já me tinha ensinado a conduzir e o papá ontem deu-me uma aulita num estradita fora daqui e longe das zonas movimentadas e eu relembrei tudinho - a ver se nenhum Sr. Polícia lê isto, filha. 

Hoje não fiz má figura, claro que não! Até porque a mamã acha que nasceu para isto e só não tirou a carta mais cedo para as outras pessoas não ficarem mal vistas perante o meu dom para a coisa, coitadinhas!!! Ih ih ih

O melhor de tudo? Quando saí do carro de instrução deste aos pézinhos e fizeste-me imensas cócegas! Sacaninha linda!!!


(Imagem da web)



sábado, 16 de junho de 2012

Roupinhas que nos emprestaram e tantas outras coisas!

A tia L. (tia do papá) trouxe-te imensas coisinhas que eram dos teus primos! Aqui as coisas vão passando de uns para os outros e assim poupamos algum dinheirinho. Algumas peças estão como novas e outras dão imenso jeito para andares cá em casa com elas para brincares :)

























Aqui estão os lençóis cor-de-rosa que a mamã te falou! Lindos!!!




Como a tua cómoda está a abarrotar tivemos de comprar umas caixinhas à pressa para colocar algumas coisas lá dentro. São em vermelho porque mais tarde darão para as coisinhas do quarto dos papás que está em tons preto e vermelho :)





Para finalizar já temos um tapa-sol para a janelinha do carro para que vás a dormir ou a brincar sem apanhar sol :) Veio na revista Bebé D'Hoje



Ufa! Tanta coisa para a nossa menina bonita!